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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Falta muita informação sobre saúde sexual e reprodutiva nas zonas urbanas em Moçambique

Engravidar na adolescência passível de conflitos externos e internos onde na nossa sociedade, o índice de gravidezes nesta fase tendem a aumentar.
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É por estas razões que a nossa equipa de reportagem foi a rua para colher algumas opiniões sobre o assunto, onde uma série de divergências nos pontos de vistas dos nossos interlocutores.
Por sua vez a Návia Henriques acredita que para se evitar situações do género, os pais e encarregados de educação devem criar meios de conversar sobre a saúde sexual com os seus filhos menores para evitar males maiores, onde acrescentou que caso tivesse uma adolescente grávida ia criar mecanismos juntos dos país do menino a resolverem através de aborto para que haja continuidade na área escolar.
Por outro lado,José Pedro foi mais longe ao afirmar que os jovens e adolescentes não têm escutado os seus pais e estes por sua vez não se disponibilizam para um momento de conversa  e mencionou alguns dos malefícios por detrás disto fazendo mais acréscimos: Há que reduzir o nível de tabus e compreender que se nós como país não somos abertos, os nossos filhos irão aprender coisas com terceiros e talvez de forma distorcida e o mesmo lhes fará desviar e no final das contas seremos os maiores culpados disto.
De referir que jovens e adolescentes se queixam da falta de abertura por parte de seus  pais e encarregados de educação o que contribui para a sua formação defeituosa a nível social.

Texto por: Elson Eduardo Bié


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