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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Cresce o número de "bébados" em Maputo

O NÚMERO DE JOVENS E ADOLESCENTES QUE CONSOMEM BEBIDAS ALCOÓLICAS TEM AUMENTADO NOS ÚLTIMOS TEMPOS NA CIDADE E PROVÍNCIA MAPUTO.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem a cada ano no mundo devido ao consumo excessivo de álcool. O índice chega a 4% do total da mortalidade Mundial e é o maior do que as mortes registadas pela ocorrência do HIV-Sida ou tuberculose.
Segundo estudo científico quase 40% dos adolescentes Moçambicanos experimentaram o álcool pela primeira vez em casa entre 13 a 16 anos em casa. A maioria deles bebe entre familiares e amigos estimulados por conhecidos que já bebem ou usam drogas.
De acordo com os nossos entrevistados o consumo do álcool pode partir do meio familiar e que os jovens deviam se preocupar com a sua formação.
Portanto, Moçambique lidera o índice de mortes por acidentes de viação nos PALOPS e na origem dos acidentes está muitas vezes a condução sobre o efeito de álcool.
Estatísticas dizem que mais da meta dos acidentes rodoviários que se registam ao nível das cidades em particular aos finais de semana se deve ao consumo de bebidas alcoólicas por parte dos condutores.
De acordo com o Rafa Ludovino, os jovens são um grupo de bebedores vulneráveis porque muitas das vezes encontram refúgios para fugir dos problemas familiares e sociais outros pela curiosidade e imitação.
As pesquisas mostram que o tipo de bebida mais consumida entre os jovens a preferência é cerveja, vodka, e tequila.
Essas últimas geralmente são mais consumidas em discotecas onde é comum a mistura de álcool a outras bebidas não alcoólicas, como refrigerantes e sumos.

O decreto nº54 / 2013 de 7 de Outubro, artigo 5 nº 1 alíneas a, b, c, e, f, g em diante  refere que a venda de bebida alcoólica é proibida a menores de 18 anos com sinais de perturbação mental, á pessoas com sinais de embriaguez, nas bombas de abastecimento de combustível e respectivas lojas de convivência.

Texto: Marrane Nhatumbo
Edição: Manuel Henrique
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