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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Volvidos 26 dias, o recenseamento militar continua a passos de camaleão no bairro Ndlavela

Não é pelo dever de defender a Pátria que muitos jovens moçambicanos aderem ao recenseamento militar, um exercício que iniciou esta semana tal como acontece todos os anos. Muito pelo contrário. Alguns jovens dizem ter aderido ao recenseamento militar a fim de conseguirem emprego no Estado, mas também para poderem obter passaporte, carta de condução e se matricularem nas instituições de ensino superior.
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Tudo acontece porque a Lei do Serviço Militar Obrigatório 27/2009 de 13 de Novembro, promulgada pelo chefe de Estado, Armando Guebuza, deixa claro no artigo 39, ponto 3, que é obrigatória a apresentação de uma declaração de situação militar regularizada na obtenção da carta de condução e na matrícula em qualquer estabelecimento de ensino superior. A lei refere ainda, no artigo 41, que em igualdade de circunstâncias no acesso ao emprego em instituições do Estado e, no privado, é atribuída prioridade a quem tiver a situação militar regularizada.

Passados quase 26 dias o recenseamento militar no bairro de Ndlavela, posto administrativo de Infulene, no Município da Matola,está a passos de camaleão. Segundo Ramos Simango, recenseador no Bairro em referência, ate agora só 552 recensearam desde o início.

O mesmo iniciou no dia 04 do corrente mês e estende-se até 28 de Fevereiro. Tem como meta recensear cerca de 170 mil jovens moçambicanos de ambos os sexos, indica um Comunicado de Imprensa do Ministério da Defesa Nacional, recebido na nossa Redacção.

O processo abrange todos cidadãos moçambicanos, nascidos no ano 2000, bem como aqueles que não puderam recensear-se anteriormente, e que não tenham ultrapassado os 35 anos de idade.
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